quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Matemática-Custos e Benefícios com a Copa De 2014

 

Matemática

Custos e Benefícios com a Copa De 2014


O evento da Copa de 2014 tem em si um interesse econômico, mesmo com seus gastos com toda infraestrutura do país para a preparação do Brasil para Copa, esperasse que o país obtenha lucro, em vista de seu desenvolvimento econômico e socioeconômico.De acordo com assessor especial do Ministério do Esporte, Ricardo Gomyde e a presidenta Dilma, no 2º Fórum Legislativo das Cidades-Sede da Copa do Mundo de Futebol de2014 em 05/07/2011, a Copa renderá R$ 47 bilhões ao Brasil em impostos diretos em quanto sues investimentos estão sendo mais de R$ 33 bilhões de reais. Com outros tributos, serão arrecadados mais R$ 16 bilhões. O aumento do consumo agregará R$ 5 bilhões à economia brasileira. Já os cerca de 600 mil turistas estrangeiros esperados para a competição deverão deixar no País quase R$ 4 bilhões, enquanto os 3 milhões de turistas brasileiros que aproveitarão a Copa para viajar deverão gastar R$ 5,5 bilhões. Esse dinheiro, somado ao que será investido em obras deinfraestrutura públicas e privadas e pelo setor de serviços, representará para a economia brasileira um incremento de mais de R$ 110 bilhões, de acordo com as projeções do ministério, serão criados nos próximos três anos 332 mil empregos permanentes e, em 2014, 381 mil empregos temporários. Parte desses empregos será consequência dos R$ 23 bilhões que devem ser investidos em obras de infraestrutura relacionadas à Copa e dos R$ 10 bilhões previstos para o setor de serviços. As estimativas de 2011 até 2012 são positivas sendo de R$ 20 bilhões até R$ 50 bilhões de lucro para o Brasil, porem é estimado que apenas 5% das obras para a Copa de 2014 estão concluídas, segundo o governo, projetos concluídos correspondem a 1% dos investimentos para o Mundial e para o governo federal, estádios estão dentro do cronograma.


O evento vai gerar um impulso significativo sobre milhares de micro e pequenas empresas, assim como médias e grandes, dos setores industrial, comercial e de serviços. São pelo menos 11 setores listados em que há um contingente expressivo de micro, pequenas e médias que também serão diretamente atingidas pela Copa – um impacto total estimado em quase R$ 3 bilhões, com a copa de 2014 o Brasil vai progredir mais rápido.

Quimica - Produtos quimicos na alimentação




Paraque um atleta ou esportista possa atingir seus melhores resultados, é mais doque sabido que a dieta tem um papel primordial, afinal, são os nutrientes que oindivíduo ingere que irão proporcionar a força, velocidade e resistência queele precisa para os treinos e o substrato essencial na recuperação muscular edo organismo como um todo.
Todas as pessoas ativas devem ser adeptas à reeducaçãoalimentar. Dentro dela, deverão estar incluídos alguns alimentos-chave, que sãoalimentos que têm que estar presentes diariamente na dieta, oferecendo assim,diversos benefícios observados na prática. São eles:

1-      Leite e iogurte desnatados: Eles são ricos em: água,cálcio, proteínas de alta qualidade, vitamina A e D, fósforo, etc. Utilize pelomenos um copo grande de leite ou iogurte pela manhã e outro à tarde e/ou noite.Acrescente também em seus lanches intermediários queijos brancos e requeijão.Lembrando: infelizmente, a gordura do leite é a ruim (saturada), então troqueos laticínios pelas versões desnatados/light.
Composição do leite e do iogurte (em grama)
Por 100g de leite Por 100g de iogurte
Proteínas 3,5 5
Lípidos 0,1 1
Lactose 5 4,5
Cálcio 0,12 0,18
Fósforo 0,1 0,14
Ácido láctico 0 1
Bactérias0 0,15

Banana: A banana é uma frutarica em carboidratos, vitaminas do complexo B e potássio. É ótima opção para umlanche rápido, pois é rica em energia, apesar de não ser muito calórica. Ficarámais rica ainda se misturada com algum cereal (aveia, granola, linhaça) e mel!Ótimo lanche pré-treino!
 vitamina A, vitamina C, fibras e potássio
potássio-40 (40K), potássio-39 (39K)

Peixes: Carne branca, leve e defácil digestão. Sua gordura é boa (raridade entre os alimentos de origemanimal!) e necessária ao organismo. A proteína do peixe é facilmente digerida eutilizada. Se você não consegue consumir porções de peixe pelo menos 3x/semana,faça uma suplementação com cápsulas de ômega 3 (óleo de peixe) – 2x/dia.

H3C–NH2  +   H2O   ⇔  H3C–NH3+  +  OH –

-   Aveia: Carboidratode baixo índice glicêmico, ou seja, demora mais para virar glicose no sangue eevita acúmulo de gordura. Rica em energia, fibras, vitaminas e minerais, aaveia consegue enriquecer qualquer preparação e torná-la mais saudável comobolos, panquecas, omeletes, sopas, etc. Utilize no pré-treino ou antes dedormir para que a energia seja mais prolongada

Geografia - Divisão continental


- É também o continente mais populoso do mundo com 3,95 bilhões de habitantes (pouco mais de 60% da população mundial).


O clima da Ásia pode ser dividido em quatro regiões climáticas:

- Clima Siberiano (extremo norte da Ásia): temperatura baixíssimas, presença de tundra ao norte, taiga no centro e estepes ao sul.

- Clima Mediterrâneo (Ásia Menor): verões quentes e secos e invernos com muita chuva.

- Clima Desértico (Síria, Arábia, Índia e Irã): regiões com temperaturas elevadas durante o dia e frias à noite. Regiões áridas com baixo índice pluviométrico (chuvas).

- Clima de Monções (Ásia Oriental e Meridional): inverno seco e verão extremamente chuvoso.

- No campo econômico destaca-se o Japão (economia forte e industrializada desde o fim da Segunda Guerra Mundial), a Índia e a China. Estes últimos países vêm apresentando forte crescimento econômico desde a década de 90. O PIB (Produto Interno Bruto) da China, por exemplo, apresenta crescimento, em média, de 10% ao ano (nos últimos anos). O Bloco econômico mais importante na Ásia é a APEC (Asia-Pacific Economic Cooperation, traduzido, Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico). Atualmente, fazem parte 20 países e uma região administrativa especial da China (Hong Kong), sendo que a maioria é de países asiáticos (Austrália, Brunei, Chile, Canadá, China, Indonésia, , Japão, Coréia do Sul, México, Malásia, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné, Filipinas, Rússia, Peru, Cingapura; Taiwan, Tailândia, Estados Unidos e Vietnã).

- As principais religiões seguidas no continente são: islamismo, hinduísmo e budismo.

- O analfabetismo vem diminuindo no continente, atingindo, aproximadamente, 23 % da população.

- As cidades mais populosas da Ásia são: Mumbai ou Bombaim na Índia (18,3 milhões), Calcutá na Índia (14,7 milhões) e Xangai na China (17,1 milhões) e Tóquio no Japão (12,3 milhões de habitantes).

- Países que fazem parte da Ásia: Afeganistão, Arábia Saudita, Azerbaijão, Bahrein, Bangladesh, Brunei, Butão, Camboja, Cazaquistão, República Popular da China, Cingapura, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Israel, Japão,Jordânia, Kuwait, Laos, Líbano, Maldivas, Malásia, Mongólia, Mianmar, Nepal, Omã, Paquistão, Qatar, Quirguistão, Rússia, Síria, Sri Lanka,Tadjiquistão, Tailândia, Taiwan, Timor-Leste, Turcomenistão, Turquia, Uzbequistão e Vietnã.

- Territórios asiáticos: Cisjordânia, Chagos, Cocos, Faixa de Gaza, Macau, Hong Kong, e Ilhas Christimas.

- Principais rios da Ásia: Yangtze, Ienissei, Huang He, Amur, Lena, Mekong, Volga, Eufrates e Indo.

-Principais ilhas da Ásia: Grande Comore, ilhas Agalega, Sumatra, Honshu, Sulawesi, Java e Bornéu.

A Europa é o segundo menor continente em superfície do mundo, cobrindo cerca de 10 180 000 quilómetros quadrados ou 2% da superfície da Terra e cerca de 6,8% da área acima do nível do mar. Dos cerca de 50 países da Europa, a Rússia é o maior tanto em área quanto em população (sendo que a Rússia se estende por dois continentes, a Europa e a Ásia) e a Cidade do Vaticano é o menor. A Europa é o terceiro continente mais populoso do mundo, após a Ásia e a África, com uma população de 731 milhões ou cerca de 11% dapopulação mundial. No entanto, de acordo com a Organização das Nações Unidas (estimativa média), o peso europeu pode cair para cerca de 7% em2050. Em 1900, a população europeia representava 25% da população mundial.

A África é o terceiro continente mais extenso (atrás da Ásia e da América) com cerca de 30 milhões de quilômetros quadrados, cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta. É o segundo continente mais populoso da Terra (atrás da Ásia) com cerca de mil milhões de pessoas (estimativa para 2005 ), representando cerca de um sétimo da população do mundo, e 54 países independentes.

Apresenta grande diversidade étnica, cultural, social e política. Dos trinta países mais pobres do mundo (com mais problemas de subnutrição, analfabetismo, baixa expectativa de vida), pelo menos 21 são africanos.Apesar disso existem alguns países com um padrão de vida razoável, mas não existe nenhum país realmente desenvolvido na África. A Líbia, Maurícia e Seicheles têm uma boa qualidade de vida. Ainda há outros países africanos com qualidade de vida e índices de desenvolvimento razoáveis, como a maior economia africana, a África do Sul e outros países como Marrocos, Argélia, Tunísia, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.

A África costuma ser regionalizada de duas formas, a primeira forma, que valoriza a localização dos países e os dividem em cinco grupos, que são a África setentrional, a África Ocidental, a África central, a África Oriental e a África meridional. A segunda regionalização desse continente, que vem sendo muito utilizada, usa critérios étnicos e culturais (religião e etnias predominantes em cada região), é dividida em dois grandes grupos, a África Branca ou setentrional formado pelos oito países da África do norte, mais a Mauritânia e o Saara Ocidental, e a África Negra ou subsaariana formada pelos outros 44 países do continente.

PIB (em trilhões)US$ 1.635 trilhões US$ 2.572 trilhões (2007)


Física- A Física presente no Futebol

Física  

A Física presente no Futebol

Existem muitos estudos sobre a física do beisebol, golfe, tênis, e outros esportes. Mas, por incrível que pareça, encontra-se pouca coisa sobre a física do esporte mais popular no mundo: o futebol.
Veremos como a física esta presente e em ação no futebol como um fenômeno notável, a ‘crise do arrasto’, desempenha um papel importante no jogo de futebol. A crise do arrasto é a redução abrupta que a resistência do ar sofre quando a velocidade da bola aumenta além de um certo limite. A relevância da crise para o futebol pode ser demonstrada com a ajuda um lance famoso, o gol que Pelé perdeu na Copa de 1970, contra a Tchecoslováquia — sem a crise o chute de Pelé teria tido um desfecho totalmente diverso daquele que encantou o estádio, e o lance provavelmente estaria esquecido hoje.
Veremos ainda que outro fenômeno aerodinâmico, o efeito Magnus, também desempenhou um papel decisivo na jogada.

A força de arrasto

Uma bola de futebol em movimento no ar está sujeita a forças aerodinâmicas causadas pela pressão e viscosidade do meio. A força resultante pode ser decomposta em duas componentes: o arrasto, antiparalelo à velocidade, e a sustentação, perpendicular à velocidade.
A força de arrasto depende fortemente da velocidade V com que a bola se move em relação ao ar. A Fig. 1 mostra a força de arrasto sobre uma bola de futebol, como função da velocidade.


Vemos que força de arrasto aumenta com a velocidade, até uns 60 km/h, quando cai abruptamente, e só volta a subir após os 80 km/h. Esta redução drástica da resistência do ar é chamada de crise do arrasto. A velocidade máxima que jogadores profissionais conseguem dar à bola de futebol é da ordem de 110 km/h. Os melhores chutadores atingem algo como 130 km/h. Portanto, durante uma partida de futebol a bola deve passar várias vezes pelo ponto de crise.

 

A crise do arrasto e a camada limite

A crise do arrasto está diretamente associada ao comportamento da “camada limite” de ar que se forma em torno da bola. A camada limite tem origem na aderência das moléculas do ar à superfície da bola. A viscosidade transmite parcialmente esta aderência às moléculas mais distantes, formando uma região que tende a mover-se com a bola. Esta região é a camada limite, ou camada de Prandtl. É por isso que as pás de um ventilador ficam sujas – as partículas de poeira acumuladas na sua superfície ficam dentro da camada limite, onde não há vento para varrê-las.
A camada limite não envolve toda a bola, a não ser a velocidades tão pequenas que são irrelevantes para o jogo de futebol. A velocidades razoáveis, a camada limite separa-se da parte posterior da bola, gerando uma esteira como a mostrada na Fig. 2 (esquerda). Esta separação causa uma diminuição significativa da pressão na parte de trás da bola. A força de arrasto é explicada pela diferença entre a alta pressão na parte dianteira da bola e a baixa pressão na traseira.
A camada limite também ajuda a entender a crise do arrasto. As altas velocidades o fluxo de ar em torno da bola torna-se turbulento, permitindo que a camada limite resista melhor à tendência de separação. Com isso o ponto de descolamento move-se mais para trás da bola, diminuindo a área de baixa pressão na esteira, e consequentemente reduzindo a resistência do ar. A Fig. 2 (direita) mostra a separação de uma camada limite turbulenta.

 

Figura 2. Separação da camada limite em uma esfera.
Esquerda: camada laminar. Direita: camada turbulenta.


O efeito Magnus

Quando a bola de futebol gira em torno de seu centro, uma força de sustentação
(perpendicular à velocidade e ao eixo de rotação) passa a agir sobre ela: a força de Magnus. A explicação para o esta força nas bolas esportivas é dada pelo comportamento da camada limite sob rotações. A Fig. 3 mostra o fluxo de ar em torno de uma bola que gira no sentido horário.

 Figura 3. Separação da camada limite em uma bola girando no sentido horário.

Note que a separação da camada limite é antecipada na parte de baixo da bola, em que a rotação se opõe ao fluxo de ar, e adiada no lado de cima, em que a rotação acompanha a passagem do ar. A assimetria na separação da camada limite empurra o ar atrás da bola para baixo. Pela 3a Lei de Newton, a bola sofre uma força em sentido contrário, para cima, o que dá origem ao efeito Magnus.

O gol que Pelé não fez

Copa de 1970, partida Brasil x Tchecoslováquia – Pelé pega a bola no meio de campo, vê o goleiro tcheco adiantado, e arrisca um chute que entrou para a história do futebol brasileiro (Fig. 4). No início do lance, a bola possuía uma velocidade de 105 km/h, e girava a aproximadamente 7 rotações por segundo (no sentido anti-horário de quem olha a figura).
Três segundos depois a bola passava rente à trave, para alívio do assustado goleiro.
 
Figura 4. Esquerda: o chute de Pelé.
Direita: a bola passa rente à trave.



Futebol no computador

Na Fig. 5 vemos uma simulação do chute de Pelé, levando em conta a resistência do ar e a força de Magnus.
 
Podemos investigar a importância da crise do arrasto na jogada de Pelé tirando-a de ação, ou seja, fazendo a resistência do ar crescer sempre com a velocidade. O que aconteceria com a bola caso a crise não reduzisse a resistência do ar está mostrado na Fig. 6; ela não chegaria nem mesmo à grande área. Portanto, a crise do arrasto desempenhou um papel importantíssimo — sem ela a jogada de Pelé não teria entrado para a história do futebol.

 
Figura 6: O que aconteceria com a bola chutada por Pelé se não houvesse a crise do arrasto.

A importância do efeito Magnus pode ser avaliada da mesma forma. Se Pelé não tivesse dado nenhuma rotação à bola, a trajetória seria a mostrada na Fig. 7. Novamente, a bola não chegaria nem perto do gol. Sem a força de sustentação criada pelo efeito Magnus, o chute de Pelé teria sido apenas um belo lançamento para Jairzinho.
Mas talvez o mais surpreendente é o que ocorreria se não existissem nem o arrasto nem a força de Magnus (ou seja, se a bola tivesse sido chutada no vácuo). A trajetória neste caso seria a parábola de Galileu, mostrada na Fig. 8. Vemos que a bola cairia bem antes do gol, apesar de não haver força de arrasto. Isso mostra que a sustentação aerodinâmica criada pela rotação compensou largamente o efeito da resistência do ar, levando a bola mais longe.
Figura 8: O que aconteceria com a bola chutada
por Pelé se ela estivesse no vácuo.

A física não esta só presente no jogo, mas também no próprio campo, como exemplo a drenagem da água da chuva que ocorre pela ação da gravidade que faz com que a água enfiltre no solo, composto por areia e materiais orgânicos,  até chegar em canos permeáveis no subsolo onde a água pode ser drenada.
 A  diversas  maneiras da física em ação no dia a dia, estes são exemplos de como ela é importante no esporte mais querido do Brasil na Copa de 2014.

História - Copa do Mundo FIFA






A Copa do Mundo / Copa do Mundo de Futebol ou Campeonato do Mundo de Futebol / Campeonato Mundial de Futebol / Mundial (português europeu) é um torneio de futebol masculino realizado a cada quatro anos pela Federação Internacional de Futebol (FIFA). A primeira edição aconteceu em 1930, no Uruguai, com a vitória da seleção da casa. Nesse primeiro mundial, não havia torneio eliminatório, e os países foram convidados para o torneio. Nos anos de 1942 e 1946, a Copa não ocorreu devido à Segunda Guerra Mundial. O Brasil é o país que alcançou mais títulos mundiais - cinco (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002). É também o único país a ter participado de todos os Campeonatos. Segue-se a seleção da Itália, tetracampeã (1934, 1938, 1982 e 2006); a Alemanha, tricampeã (1954, 1974 e 1990); os bicampeões Argentina (vencedora em 1978 e 1986) e Uruguai (vencedor em 1930 e em 1950); e, por fim, com um único título, as seleções da Inglaterra, campeã em 1966, da França, campeã em 1998 e da Espanha, campeã em 2010. O Brasil e a Espanha são os únicos países a ganhar fora do seu continente (Brasil em 1958 e 2002 e a Espanha em 2010).



A Copa do Mundo é realizada a cada quatro anos, tendo sido sediada pela última vez em 2010 na África do Sul, com a Espanha como campeã, a Holanda em segundo lugar, a Alemanha em terceiro e o Uruguai em quarto. Em 2014, o torneio será realizado no Brasil, conforme anúncio da FIFA no dia 30 de novembro de 2007. Desde a Copa do Mundo de 1998 a competição é realizada com 32 equipes participantes.

As primeiras competições internacionais

O primeiro amistoso internacional de futebol foi jogado em 1872, entre a Inglaterra e Escócia, num momento em que o esporte era raramente praticado fora da Grã-Bretanha. No final do século XIX o futebol começou a ganhar mais adeptos, e por isso se tornou um esporte de demonstração (sem disputa de medalhas) nos Jogos Olímpicos de Verão de 1900, 1904 e 1906, até se tornar uma competição oficial nos Jogos Olímpicos de Verão de 1908. Esse torneio, organizado pela Football Association, consistia em um evento para jogadores amadores, e na época não foi considerado uma real competição, mas sim um mero espetáculo. A seleção amadora da Inglaterra foi a campeã nas duas edições, 1908 e 1912.
Em 1914, a FIFA reconheceu o torneio olímpico como uma "competição global de futebol amador",[1] tomando para si a responsabilidade em organizá-lo. Com isso, nas Olimpíadas de 1924, houve a primeira disputa de futebol intercontinental, na qual o Uruguai consagrou-se campeão, feito repetido na Olimpíada seguinte.[2] Além destas conquistas, o apelido com que a seleção uruguaia é conhecida até hoje - "Celeste olímpica". Em 28 de Maio de 1928, a FIFA decidiu pela criação de um próprio campeonato mundial, iniciando a partir de 1930. Na seqüência das comemorações do centenário da independência do Uruguai, em 1928, aliada às conquistas olímpicas do futebol daquele país, decidiu-se que a sede da competição seria no país sul-americano.


A primeira Copa do Mundo oficial

O Estádio Centenário, local da primeira final da Copa do Mundo, em 1930, na cidade de Montevidéu, Uruguai.
Só treze seleções participaram da primeira Copa, nove da América (Uruguai, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai, Peru, México e EUA) e quatro da Europa (Bélgica, França, Iugoslávia e Roménia). Muitas seleções europeias desistiram da competição devido à longa e cansativa viagem pelo Oceano Atlântico. As duas primeiras partidas da Copa ocorreram simultaneamente, sendo vencidas pela França e EUA, que venceram o México por 4 a 1 e a Bélgica por 3 a 0, respectivamente. O primeiro gol em Copas do Mundo foi marcado pelo jogador francês Lucien Laurent. A final foi entre o Uruguai e a Argentina, tendo os uruguaios vencido o jogo por 4 a 2, no Estádio Centenário, em Montevidéu, com um público estimado de 93 mil espectadores.[3] O artilheiro deste torneio foi o argentino Guillermo Stábile.


Crescimento

Globo em forma de bola de futebol em Nuremberg, Alemanha, como propaganda da Copa do Mundo de 2006. O torneio cresceu ao longo do tempo até se tornar a maior competição esportiva do planeta.
Os problemas que atrapalhavam as primeiras edições do torneio eram as dificuldades da época para uma viagem intercontinental. Nas Copas de 1934 e 1938, realizadas na Europa, houve uma pequena participação dos países sul-americanos. Vários deles boicotaram a Copa de 1938 que, de acordo com o rodízio, deveria ser na América. Já as edições de 1942 e 1946 foram canceladas devido à Segunda Guerra Mundial.
A Copa do Mundo de 1950 foi a primeira a ter participantes britânicos. Eles tinham se retirado da FIFA em 1920, por se recusarem a jogar com países que tinham guerreado recentemente e por um protesto da influência estrangeira no futebol, já que o esporte era uma "invenção" britânica e esses países consideravam que o mesmo tinha sido deturpado pelo modo de jogar estrangeiro.[4] Contudo, eles voltariam a ser membros da FIFA em 1946. O torneio também teve a volta da participação do Uruguai, que tinha boicotado as duas edições anteriores.
Nas Copas de 1934 até 1978 havia 16 seleções classificadas para a fase final (exceto nos raros casos onde houve desistência). A maioria era da América Latina e Europa, com uma pequena minoria da África, Ásia e Oceania. Essas seleções normalmente não passavam da primeira fase, sendo facilmente derrotadas (com exceção da Coreia do Norte, que chegou às quartas-de-final em 1966).
A fase final foi expandida para 24 seleções em 1982, e 32 em 1998, permitindo que mais seleções da África, Ásia e América do Norte pudessem participar. Nos últimos anos esses novos participantes têm conseguido se destacar mais, como Camarões chegando as quartas-de-final em 1990, Senegal e EUA passando às quartas-de-final em 2002, ainda com a Coreia do Sul chegando ao quarto lugar na mesma Copa.


Troféu

De 1930 a 1970 a Taça Jules Rimet era dada aos campeões de cada edição. Inicialmente conhecida como Taça do Mundo ou Coupe du Monde (em francês), foi renomeada em 1946 em homenagem ao presidente da FIFA responsável pela primeira edição do torneio, em 1930. Em 1970, com a terceira vitória da seleção brasileira a mesma ganhou o direito ter a posse permanente da taça. Contudo, ela foi roubada da sede da CBF em dezembro de 1983, e nunca foi encontrada. Acredita-se que os ladrões a tenham derretido
Depois de 1970 uma nova taça, chamada Troféu da Copa do Mundo FIFA ou FIFA World Cup Trophy (em inglês), foi criada. Diferentemente da Taça Jules Rimet, ela não irá para qualquer seleção, independente do número de títulos. Argentina, Alemanha, Brasil e Itália são os maiores ganhadores dessa nova taça, com dois títulos cada um. Ela só será trocada quando a placa em seu pé estiver totalmente preenchida com os nomes dos campeões de cada edição, o que só ocorrerá em 2038.















Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA

Desde a segunda edição do torneio, em 1934, as eliminatórias têm sido feitas para diminuir o tamanho da fase final. Elas são disputadas nas seis zonas continentais da FIFA (África, Ásia, América do Norte e América Central e Caribe, Europa, Oceania e América do Sul) organizadas por suas respectivas confederações. Antes de cada edição do torneio a FIFA decide quantas vagas cada zona continental terá direito, levando em conta fatores como número de seleções e força de cada confederação. O lobby dessas confederações por mais vagas também costuma ser bastante comum.
As eliminatórias podem começar três anos antes da fase final, e duram um pouco mais que dois anos. O formato de cada eliminatória difere de acordo com cada confederação. Normalmente uma ou duas vagas são reservadas para os ganhadores dos play-offs internacionais. Por exemplo, o campeão da eliminatória da Oceania e o quinto colocado da América do Sul disputaram um play-off para decidir quem ficaria com a vaga da fase final .[6] [6] Da Copa de 1938 para cá os campeões de cada edição eram automaticamente classificados para a próxima Copa, sem precisar passar pelas suas eliminatórias. Contudo, a partir da edição de 2006 o campeão é obrigado a se classificar normalmente como qualquer outra seleção e não há nenhum outro torneio entre confederações que garanta uma vaga na fase final da Copa do Mundo. O Brasil, vencedor em 2002, foi o primeiro campeão a ter que disputar uma eliminatória para a Copa seguinte..[7] Hoje apenas o país sede está automaticamente classificado.
Fase final

A fase final do torneio tem 32 seleções competindo por um mês no país anfitrião. A fase final é dividida em duas fases: a fase de grupos e a fase do mata-mata, ou eliminatória.
Na primeira fase (grupos) as seleções são colocadas em oito grupos de quatro participantes. Oito seleções são a cabeça-de-chave de cada grupo (as seleções consideradas mais fortes) e as outras são sorteadas. Desde 1998 o sorteio é feito com que nunca mais de duas seleções europeias e mais que uma seleção da mesma confederação fiquem no mesmo grupo. Na fase de grupos cada seleção joga uma partida contra as seleções de seu grupo, e as duas que mais pontuarem se classificam para a fase do mata-mata. Desde 1994 a vitória numa partida vale três pontos, o empate um e a derrota nenhum. Antes, cada vitória valia dois pontos.
A fase de mata-mata é uma fase de eliminação rápida. Cada seleção joga apenas uma partida em cada estágio da fase (oitavas-de-final, quartas-de-final, semifinal e final) e o vencedor passa para o próxima estágio. Em caso de empate no tempo normal a partida é levada para a prorrogação e se o empate persistir há a disputa de pênaltis. As duas seleções eliminadas da semifinal fazem um jogo antes da final para decidirem o terceiro e quarto lugar.

Escolha das sedes

Nas primeiras edições as sedes eram escolhidas em encontros nos congressos da FIFA. As escolhas eram sempre polêmicas devido a longa viagem da América do Sul à Europa (e vice-versa), as duas grande potências futebolísticas da época (e ainda hoje). A decisão da primeira Copa que aconteceu no Uruguai, por exemplo, levou à participação de apenas quatro seleções da Europa.[8] As duas Copas seguintes foram na Europa. A decisão de sediar a Copa do Mundo de 1938 na França foi outra grande polêmica, já que os países americanos desejavam um sistema rotativo de sedes. Ou seja, uma edição na Europa e a seguinte na América do Sul. Como a Copa de 1934 tinha sido na Itália, a sede da edição de 38 teria que ser teoricamente na América do Sul, o que de fato não ocorreu. Isso fez com que tanto o Uruguai e a Argentina boicotassem o torneio.
Após a Segunda Guerra Mundial para evitar qualquer tipo de boicote ou controvérsia a FIFA adotou o padrão de rotacionar as sedes entre a CONMEBOL e a UEFA, as únicas exceções foram as 1970 e 1986 que foram realizadas no México e a 1994 que foi realizada nos Estados Unidos. Em 1996, a FIFA por meio de sua assembleia geral decidiu quebrar essa "rotação informal" com o anúncio que em 2002, seria a primeira em continente asiático. Os dois únicos candidatos foram o Japão e a Coreia do Sul, por questões técnicas e históricas a FIFA optou a realização do torneio nos dois países. Em 2006, o torneio retornou a Alemanha, que ganhou a concessão da organização após várias polêmicas durante o processo de escolha inclusive a preferência do país em cima da candidata sentimental a África do Sul. Após esta polêmica a FIFA anunciou que a 2010 seria em território africano e em 2004, o país ganhou o direito de sediar o torneio. Na mesma decisão anunciou que a 2014 seria na CONMEBOL. Em julho de 2007, o Brasil que era o único candidato teve seu direito de organizar o torneio confirmado.
O sistema de escolha da sede evoluiu ao longo dos tempos, sendo hoje escolhido pela Comitê Executivo da FIFA, normalmente 6 anos antes da realização do torneio. As sedes das Copas de 2018 e 2022 foram anunciadas pela instituição em 2 de dezembro de 2010. Pela terceira vez na história as sedes de mais de um torneio Copa do Mundo FIFA foram anunciadas ao mesmo tempo. As sedes serão Rússia e Qatar respectivamente. A primeira foi em 1946, quando o Brasil foi escolhido sede da Copa de 1949, e a Suíça, da de 1951 (com dois anos de diferença para compensar a não-realização dos torneios de 1942 e 1946 por conta da II Guerra Mundial). As datas, posteriormente, foram alteradas para 1950 e 1954, respectivamente. A segunda aconteceu em 1966, quando, a poucos dias do início da Copa do Mundo da Inglaterra, a Fifa anunciou as sedes dos torneios de 1974 (Alemanha), 1978 (Argentina) e 1982 (Espanha).

Cobertura dos meios de comunicação
A primeira Copa do Mundo a ser televisionada foi a edição de 54, porém, somente para oito países europeus. Hoje o evento é a competição esportiva mais assistida em todo o mundo, ultrapassando os Jogos Olímpicos.[10] A audiência total da Copa do Mundo de 2002 foi estimada em 2,8 bilhões de telespectadores, sendo que 1,1 bilhões assistiram à partida final. O sorteio, que decidiu a distribuição das seleções nos grupos foi acompanhada por mais de 300 milhões de pessoas.
Cada Copa do Mundo tem como símbolo uma mascote. Willie foi o primeiro, em 1966. A mascote da Copa do Mundo de 2010 foi Zakumi, um leopardo.

Cobertura no Brasil

No Brasil, a Rede Globo e a Rede Bandeirantes são detentoras exclusivas dos direitos da Copa do Mundo FIFA 2010 e da Copa do Mundo FIFA 2014 . Na TV por assinatura, os seus subsidiários Sportv e BandSports também tem a exclusividade do torneio nestas edições,além da ESPN Brasil.Outras emissoras da TV aberta que também tinham os direitos de transmissão do evento foram a Rede Record (1970 - 1978, 1986 e 1998), o SBT (1986 - 1998), a Rede Manchete (1986, 1990 e 1998) e a TV Cultura (1974 - 1982).
A primeira Copa transmitida pela TV foi a de 1954, porém as imagens eram em preto e branco e as partidas eram somente transmitidas por questões de logística para a Europa.A cobertura do evento para o Brasil foi feita por meio do rádio nas Copas do Mundo FIFA de 1954, 1958, 1962 e 1966, porém, já havia disponibilidade de filmes (1958) e "video-tapes" (1962) na TV.
A primeira Copa transmitida ao vivo pela televisão para o Brasil foi a de 1970, em preto e branco. Somente em 1974 com o advento da tecnologia houve a possibilidade da transmissão ao vivo em cores.

Lucas Alcantara n°22

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Inglês e Espanhol - Importância de sua fluência para a Copa de 2014 e Olimpíadas 2016





O fenômeno da globalização inevitável do mundo e da conseqüente necessidade de uma linguagem eficiente de comunicação é um fato que não depende de nele acreditarmos ou não. Sendo assim, aprender um idioma se tornou uma necessidade básica para profissionais de diversas áreas e para aqueles que se preparam para ingressar em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. O domínio de idiomas significa crescimento, desenvolvimento e, acima de tudo, melhores condições de acompanhar as rápidas mudanças que vêm ocorrendo nesse novo e tecnológico século.
 
 A crescente internacionalização dos mercados levou as nações a adotarem o inglês como o idioma oficial do mundo dos negócios e considerando a importância econômica do Brasil como país em desenvolvimento, dominar o inglês se tornou sinônimo de sobrevivência e integração global. O aprendizado do inglês abre as portas para o desenvolvimento pessoal, profissional e cultural. O mercado atualmente considera um requisito básico no momento da contratação que o candidato domine o inglês. Muitas vezes o conhecimento do inglês significa um salário até 70% maior dentro da empresa, sem mencionar que com o domínio do inglês, as promoções dentro da empresa também chegam mais rápido.

 As Universidades hoje, conscientes da importância do inglês no contexto social e profissional estão testando cada vez mais o conhecimento desse idioma em seus vestibulares. Por essa razão, não só o profissional que já atua no mercado precisa ter conhecimento da língua como também o jovem que deseja ingressar em um curso de graduação. O inglês deixou de ser luxo para integrar o perfil do profissional ou futuro profissional por mais jovem que ele seja. A realidade é uma só; ou você domina um ou mais idiomas, e o inglês é primordial, ou suas chances serão menores.

 Empresas multinacionais estão exigindo certificados de proficiência em inglês de seus funcionários para assumirem novas filiais em outros países e no Brasil, em cargos de alto escalão ou não.

 Com o advento da Internet, os conhecimentos de inglês se tornaram fundamentais para aquele que busca fazer uma pesquisa eficiente na web. A Internet é um dos mais poderosos instrumentos tecnológicos aptos a trazer e levar informações de forma mais eficiente, e a tendência é que as pessoas se dêem conta disso cada vez mais rápido. Se você domina o inglês , todas as suas buscas na rede lograrão êxito.

 A cultura pop mais difundida no mundo é a americana. Quem não gosta de um cantor ou cantora americana ou de um seriado de tevê que passa na tv aberta ou pela tv por assinatura toda semana? Dominando o inglês você compreenderá mais seu artista predileto.

 Jogos para computador e videogame são praticamente todos em inglês, salas de bate papo na internet, comunidades de compartilhamento de vídeos, mp3 são em inglês, comunidades de relacionamento do tipo My Space, Facebook, Wordpress também em inglês, quase tudo está em inglês.

 A Copa do mundo eleva o interesse em aprender inglês nos países sede dos jogos em mais de 400%, bem como os Jogos Olímpicos também elevam este interesse. E o Brasil expecificamente será sede em 2014 e 2016.

 O inglês é um idioma conhecido em qualquer lugar do mundo. Até na China se fala inglês. Se você gosta de viajar, nada melhor do que dominar um idioma falado em qualquer parte do mundo. Sua viagem com certeza será mais agradável e você não será um turista que só tira fotos e faz gestos engraçados para tentar ser entendido, e sua viagem será muito mais prazerosa e abrangente se falar inglês.

Espanhol

 O espanhol é uma das línguas mais faladas no mundo, com mais de 450 milhões de falantes nativos, além de mais de 100 milhões de estudantes estrangeiros e conhecedores da língua. Com isto se totalizam quase 600 milhões de pessoas falando espanhol em todo o mundo.
 É uma das mais extensas geograficamente: é idioma oficial em 21 países.
 É uma das línguas mais importantes nos fóruns políticos internacionais: é idioma oficial da ONU, UNESCO, UE e MERCOSUL.
 É a segunda língua mais difundida no mundo na comunicação internacional depois do inglês, e é uma das mais prometedoras. Existem em língua espanhola mais de 18.000 publicações periódicas, 300 canais de televisão e 6.000 emissoras de rádio .
 É o quarto idioma mais falado por nativos no mundo, atras somente do inglês, mandarin e hindí.
 Podemos afirmar que o espanhol já é de grande importância no mundo, principalmente no ocidente e dentro de pouco tempo teremos mais de 700 milhões de hispanohalantes no mundo, ou seja, 10% da população mundial. Para não lamentar no futuro, faça parte desta população aprendendo o espanhol.
 A Espanha é o país que mais investe no Brasil depois dos Estados Unidos, hoje já são centenas de empresas desde país instaladas no Brasil e sedentas por brasileiros hispanohablantes, e já são milhares de empresas brasileiras de todos os setores (comércio, industria, serviços e agronegócio) negociando com países hispanohablantes.
 O Brasil, por exemplo comercializa muitos produtos e serviços com outros países latinos como Bolívia, Argentina, Uruguai, México, Venezuela, Chile, todos falantes de espanhol, sem mencionar na Espanha que é o 2° maior investidor de capital privado no Brasil.
 10 em cada 10 profissionais executivos em grandes e médias empresas tem que falar espanhol fluentemente no Brasil. Os especialistas em mercado de trabalho  no Brasil dizem o mesmo.
 Motivos não faltam para você começar a aprender espanhol hoje mesmo. Além da importãncia econômica, é um idioma muito belo.
 Com o advento da Copa do Mundo de 2014, e os Jogos Olímpicos de 2016 o espanhol será ainda mais importante, afinal temos que receber muito bem nossos vizinhos hispanohablantes. Deixar para eles uma ótima impressão da nossa hospitalidade, do potencial turistico  e econômico do nosso belo país.
 Também é a língua de Cervantes, Federico García Lorca, Borges, García Marquez, Mario Vargas Llosa e Pedro Almodóvar, Picasso, Salvador Dali, entre muitas outras celebridades imortais.


Daniela Miyuki n°6

Biologia - Alimentação saudável e guia nutricional dos atletas.




  

Uma refeição adequada é o alicerce para o desempenho físico uma vez que os nutrientes proporcionam combustível energético para os exercícios, além de proporcionar elementos essenciais para a síntese de novos tecidos e o reparo das células já existentes.

 Para os atletas o principal objetivo em ter uma alimentação adequada consiste em: proporcionar quantidades ideais de energia ao corpo.

Os alimentos ricos em Carboidratos como cereais, massas, pães, batata e mandioca, arroz e frutas; fornecem a principal fonte de energia para o organismo.

Os alimentos ricos em Proteínas como as carnes, o leite e seus derivados (queijos e iogurtes) e os ovos; promovem o reparo e a construção dos tecidos durante processos catabólicos e anabólicos.

As frutas e verduras são fontes de Vitaminas e Minerais, que desempenham papéis importantes facilitando a transferência de energia e a síntese dos tecidos, além de serem antioxidantes previnindo o envelhecimento das células.

Estes são os três principais grupos, conhecidos como Energéticos, Construtores e Reguladores, e cada refeição deve conter um ou mais alimentos desses grupos gerando assim um equilíbrio nutricional.

Para atletas a finalidade da refeição que precede uma competição compreende cinco fatores básicos:
- Maximizar os depósitos de glicogênio,
- Minimizar a digestão durante a competição,
- Evitar a fome,
- Fornecer fluidos,
- Evitar o desconforto gástrico.


Estudiosos questionam o uso de suplementos

O uso de suplementos pelos atletas ainda é questionável e há diversos estudiosos do assunto que condenam o uso dos mesmos. O principal argumento contra o seu uso é o de que não sabemos ainda quantificar, com precisão, o aumento das necessidades nutricionais geradas pelo exercício, em se tratando de vitaminas e minerais, que dê suporte para o uso de suplementos.


Alimentação para os jogadores de futebol :

Carboidratos:São considerados nutrientes energéticos, pois têm como função o fornecimento de energia necessária para o corpo realizar atividades.

Proteínas:São consideradas nutrientes construtores, pois constroem e reparam músculos, tecidos, células, produzem anticorpos,enzimas e hormônios.

Gorduras:Também fornecem grande quantidade de energia, mas suas principais funções são: auxiliar na absorção de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K), fornecer saciedade ao organismo, produzir hormônios, proteger e isolar órgãos e tecidos.

Vitaminas e minerais:São os elementos reguladores, importantes por participarem do funcionamento intestinal, digestão, circulação sanguínea e sistema imunológico (sistema de defesa contra doenças). São necessárias para o crescimento normal e manutenção da vida.

Água:A água, juntamente com o oxigênio, é o constituinte mais importante para a manutenção da vida. Portanto, a quantidade de água perdida através da urina, fezes, suor e ar expirado devem ser reposta para manter a saúde e a eficiência do organismo na digestão, absorção, circulação e excreção. Recomendação para atletas: 10 a 12 copos ou mais.

Antes do treino:As grandes refeições (almoço e janta) devem ser realizadas até 4 horas antes do treino, para que possa se fazer total digestão. Esta refeição deve ser rica em carboidratos ,com pouca proteína e com muito pouco ou sem gordura.

Durante o treino:Para os jogadores terem sucesso em campo, a hidratação deve ser feita periodicamente durante a partida. Podem ser usadas bebidas isotônicas e principalmente água.

 Depois do treino:Logo após o treino (ou a partida), os estoques de carboidratos devem ser repostos, para que a energia perdida seja recuperada. Os minerais e as vitaminas também precisam ser consumidos, pois previnem lesões, reduzem a fadiga do pós-treino e melhoram o sistema imunológico; para isto, frutas e suco de frutas são ótimas opções.


Isabelle Lemos de Albuquerque n°14